Companheiros sugeridos
Escolha um personagem para começar
Teste alguns personagens antes de decidir com quem começar.

Military Team
Cinco operadores de Call of Duty
Ideal para um chat em grupo com Ghost, König, Keegan, Krueger e Nobody: disciplina militar, humor seco e cinco vozes ao mesmo tempo.

Ethan
Namorado caloroso e brincalhão
Ideal se você quer uma primeira mensagem calorosa, conforto suave e uma química fácil de testar.

Satoru Gojo
O feiticeiro mais forte
Ideal para um primeiro chat brincalhão e convencido, em que as provocações escondem um lado protetor.

Cain
Vampiro com séculos de vida
Ideal para um primeiro chat sombrio e sem pressa com um homem frio e dominante que protege quem deixa se aproximar.
Como usar esta lista
O formato de cada ideia é sempre igual: o género em itálico, depois uma linha com o gancho e o cenário, e por fim a primeira fala pronta entre aspas. Por exemplo:
Romance: presos no elevador durante quarenta minutos. “Parece que vamos conhecer-nos mais cedo do que eu previa.”
Não é preciso ler a lista pela ordem. Percorre os títulos e salta para o género que combina com o teu estado de espírito agora. Vale mesmo a pena misturar géneros: uma cena escolar com um toque de mistério, ou uma fantasia com uma linha romântica por baixo, costuma funcionar melhor do que um género puro sem contaminação nenhuma.
Romance
Este bloco vive de pausas e de coisas por dizer: a tensão cresce não pelos acontecimentos, mas pelo facto de ninguém se atrever a dizer as coisas de frente.
- Romance (para dois): encontro ao acaso numa cafetaria durante um aguaceiro, ambos esticam a mão para a última mesa livre. “Parece que vamos ter de dividir esta mesa. Importas-te?”
- Romance: vizinhos de patamar cumprimentam-se em silêncio há anos, até que um deixa um bilhete debaixo da porta. “Sei que quase nunca falámos, mas precisava de dizer isto a alguém.”
- Romance (para dois): reencontro depois de uma longa separação na Estação do Rossio, nenhum dos dois sabe se abraça ou aperta a mão. “Mudaste. Ou fui eu que me esqueci de te olhar assim.”
- Romance: colegas de trabalho ficam até tarde no escritório e a conversa desvia-se lentamente do relatório. “Estamos a falar deste relatório há uma hora, mas a minha cabeça já saiu dele há muito.”
- Romance: mensagem enviada por engano chega à pessoa errada, e nenhum dos dois quer admitir o erro logo de início. “Acho que esta mensagem não era para mim. Mas ainda bem que chegou.”
- Romance (para dois): presos no elevador durante quarenta minutos. “Parece que vamos conhecer-nos mais cedo do que eu previa.”
- Romance: uma paixão secreta antiga decide finalmente escrever primeiro. “Devia ter escrito isto há três anos. Cá está, finalmente escrevi.”
- Romance: um encontro às cegas revela-se completamente diferente do esperado, e não para pior. “Sinceramente, imaginei outra noite. Esta agrada-me mais.”
- Romance (para dois): as mãos tocam-se por acaso ao alcançar o mesmo livro na biblioteca. “Desculpa, também andava à procura deste livro. Dividimos a próxima hora?”
- Romance: um ex-namorado volta à vida sem o drama antigo, só com uma pergunta simples. “Não voltei para reatar nada. Só queria saber como estás agora.”
- Romance: um quarto de hotel partilhado no Porto por causa de overbooking, e a conversa estica-se até de manhã. “Já que a receção nos meteu nesta, podíamos pelo menos apresentar-nos.”
- Romance: uma troca de mensagens com um quase desconhecido transforma-se, sem se dar por isso, no ponto alto do dia. “Passei o dia à espera da tua mensagem. Estranho, isto.”
- Romance (para dois): amigos de infância reencontram-se anos depois e percebem que se olham de outra forma. “Lembras-te de quando jurámos ficar amigos para sempre? Acho que quero mais do que isso.”
- Romance: um guarda-chuva partilhado debaixo de um temporal na paragem do elétrico 28, em Lisboa. “Parece que não trazes guarda-chuva. Deixa-me acompanhar-te pelo menos até à esquina.”
- Romance (para dois): pares de dança no casamento de amigos em comum, sentados lado a lado de propósito. “Sentaram-nos juntos de propósito, não foi? Está bem, dançamos pelo menos uma vez.”
- Romance: um companheiro de viagem no avião partilha o auricular com a mesma música que passava na cabeça durante o voo todo. “Estás a ouvir a mesma música que eu. Coincidência ou sinal?”
- Romance: um vizinho da casa de campo ajuda a carregar sacos pesados desde a estação. “Obrigado(a) pela ajuda. Retribuo com um chá no terraço?”
- Romance (para dois): conhecem-se através dos cães no parque. “Parece que os nossos cães se deram melhor do que nós. Vamos resolver isso?”
- Romance: um bilhete com um número de telefone encontrado dentro de um livro em alfarrabista. “Encontrei o teu bilhete dentro do livro. Não pensei que ia ter coragem para escrever.”
- Romance: encontro na fila para o concerto da banda preferida no Coliseu dos Recreios, que já vai em duas horas de espera. “Já aqui estamos há duas horas. Já que assim é, conta-me em que álbum te apaixonaste por esta banda.”
Dia a dia e escola
Aqui o tom é mais seco e mais próximo do quotidiano: o conflito não é grandioso, é reconhecível, do tipo que acontece numa semana normal.
- Escola: o aluno novo senta-se na carteira vazia ao lado. “Desculpa, está ocupado? Ah, afinal está livre. Olá, sou o aluno novo.”
- Dia a dia (para dois): um trabalho de grupo junta duas pessoas que nunca tinham falado. “Pelos vistos vamos trabalhar juntos. Começamos por ver o que cada um sabe fazer?”
- Dia a dia: chegada atrasada a um teste importante por causa do despertador avariado, e o colega de carteira cobre a falta. “Obrigado(a) por não me entregares. Agora deves-me um favor.”
- Dia a dia: colegas de residência universitária partilham a única cozinha e cruzam-se sempre ao fim do dia. “Outra vez a cozinhar à meia-noite? Está bem, chega-te para lá, também tenho fome.”
- Dia a dia: no trabalho, o mesmo turno junta duas pessoas com ideias opostas sobre organização. “Achas mesmo que é mais rápido assim? Está bem, mostra lá.”
- Dia a dia (para dois): os telemóveis trocam-se por engano no balneário, e é preciso encontrar-se para os trocar de volta. “Acho que tenho o teu telemóvel. Pelo fundo de ecrã, gostas de montanha.”
- Dia a dia: discussão pelo último lugar livre num café cheio. “Está bem, proponho um acordo: dividimos a mesa, mas o café pago eu.”
- Dia a dia: viagem longa no mesmo compartimento do comboio noturno para o Porto com um desconhecido. “Temos doze horas pela frente. Já agora, apresentamo-nos?”
- Dia a dia: um gato perdido é o pretexto para conhecer o vizinho do prédio. “Desculpa, não viste um gato ruivo? Acho que fugiu outra vez pela tua varanda.”
- Escola: os ensaios da peça de teatro da escola juntam duas pessoas com a cena mais estranha da peça toda. “Temos o diálogo mais embaraçoso da peça inteira. Ensaiamos?”
- Escola: num campo de férias de verão, duas pessoas de equipas diferentes acabam juntas num desafio. “Já que nos puseram em par, vamos pelo menos ganhar.”
- Dia a dia: falta troco na caixa a uma hora tardia, e um desconhecido na fila ajuda. “Tenho o suficiente para os dois. Devolves-me se nos voltarmos a cruzar.”
- Dia a dia (para dois): colegas de open space partilham a mesma impressora que avaria sempre. “Outra vez encravada. É a terceira vez esta semana. Escrevemos juntos a reclamação ao suporte técnico?”
- Dia a dia: a bicicleta avaria a meio do caminho e um desconhecido pára para ajudar. “Obrigado(a) por parar. Normalmente as pessoas desviam-se.”
- Escola: um programa de intercâmbio coloca dois estudantes na mesma família de acolhimento. “Vamos viver juntos durante um mês. Diz-me pelo menos o que não posso comer.”
- Dia a dia: nas aulas de condução, o instrutor senta dois alunos no mesmo carro. “Primeira aula e já ficámos os dois presos no semáforo. Bom sinal?”
- Dia a dia (para dois): mudança para uma casa nova, o vizinho bate à porta por causa do barulho da mudança. “Desculpa o estrondo. Estamos a subir um sofá. Um café como desculpa?”
Fantasia
A escala aqui não vem de um universo com centenas de páginas de história, mas de um único detalhe concreto: um artefacto, uma maldição, um lugar.
- Fantasia (para dois): um prisioneiro e o guarda que o vigia percebem que fugir é mais fácil juntos do que sozinhos. “Consigo abrir esta porta. A questão é se confias em mim o suficiente para vires comigo.”
- Fantasia: um poder antigo desperta em alguém que não pediu por isso. “Aconteceu-me agora mesmo uma coisa que não consigo explicar. Preciso de ajuda, não de pânico à minha volta.”
- Fantasia: um mercenário recebe um contrato que se revela mais complicado do que estava escrito. “O contrato não dizia que o alvo ia parecer tão humano e tão pouco parecido com um monstro.”
- Fantasia: um dragão em forma humana aparece no mercado e claramente esconde alguma coisa. “És calmo demais para quem acabou de atravessar fogo. Quem és tu, na verdade?”
- Fantasia (para dois): uma maldição só pode ser quebrada a dois, e nenhum dos dois sabia disso. “Parece que o feitiço nos ligou mais do que pensávamos. E só se quebra juntos.”
- Fantasia: guildas de caçadores rivais cruzam-se na mesma missão. “A nossa guilda chegou primeiro. Mas já que ficámos os dois presos aqui, dividimos o espólio?”
- Fantasia: uma perda de memória depois de atravessar um portal deixa apenas um nome que parece familiar. “Não me lembro de como cheguei aqui. Mas o teu nome é a única coisa que parece verdadeira.”
- Fantasia: um príncipe ou princesa esconde-se entre gente comum e trai-se sem querer. “Seguras o garfo como quem cresceu num palácio. Quem és tu, na verdade?”
- Fantasia (para dois): um aprendiz ganha um mestre misterioso que claramente não conta tudo sobre as suas intenções. “Prometeste ensinar-me magia. Mas nunca disseste porque é que precisas disso.”
- Fantasia: uma aldeia na fronteira com a floresta proibida vê alguém decidir entrar apesar dos avisos. “Todos dizem que não se pode ir. Mas eu vou esta noite. Vens comigo?”
- Fantasia: um mercador de artefactos raros oferece algo que seria melhor não conhecer. “Tenho aqui uma coisa especial. Mas aviso já: o preço não se paga em ouro.”
- Fantasia (para dois): dois mundos diferentes ligam-se por acaso através de um portal na cave. “A porta da cave dava para a arrecadação até ontem. Hoje dá para uma floresta inteira. Vens verificar comigo?”
- Fantasia: um livro ganha vida e transporta o leitor para dentro da própria história. “Estava só a ler antes de dormir. Como é que fui parar à página cento e vinte e três?”
- Fantasia: um mago exilado procura recuperar o poder que lhe tiraram. “Não me expulsaram da ordem sem motivo. Mesmo assim, vou recuperar o que me tiraram.”
- Fantasia (para dois): caçadores de recompensas recebem o mesmo alvo. “Parece que andamos atrás da mesma pessoa. Dividimos a recompensa em vez de nos atrapalharmos um ao outro?”
- Fantasia: o último guardião de um conhecimento antigo encontra um viajante por acaso. “Nunca mostrei este lugar a ninguém em séculos. Não sei porque decidi mostrar-te a ti.”
- Fantasia: um torneio de magos obriga rivais a unirem-se contra uma ameaça maior. “Somos rivais na arena. Mas aquela coisa lá fora é mais perigosa do que nós dois juntos.”
- Fantasia: um oráculo previu um encontro que está a acontecer agora mesmo. “Previram-me este encontro há três anos. Nunca pensei que fosse acreditar numa profecia, até te ver.”
Mistério e terror
As entradas aqui são mais curtas e diretas: várias cenas começam já dentro da tensão, sem grande preparação.
- Mistério: o vizinho desapareceu e encontra-se um bilhete estranho debaixo da porta. “Já não responde há três dias. E este bilhete definitivamente não é a letra dele.”
- Mistério: um telefonema estranho a meio da noite, só com silêncio do outro lado. “Quem era? Ouvi respiração, mas ninguém respondeu.”
- Terror: numa casa velha encontra-se algo que não devia lá estar. “Esta casa está abandonada há vinte anos. Então porque há pegadas frescas aqui?”
- Mistério (para dois): dois parceiros de investigação com métodos completamente diferentes são obrigados a trabalhar juntos. “Tu acreditas em provas, eu confio no instinto. Vamos ver qual método funciona mais depressa.”
- Terror: um sonho repetido revela-se mais do que um sonho, uma pista. “Sonho com o mesmo lugar há três noites seguidas. E hoje encontrei-o, acordado(a).”
- Mistério: chega uma carta de alguém que morreu oficialmente há um ano. “A letra é mesmo dele. Mas como pode chegar uma carta de quem já não existe?”
- Terror: um hospital abandonado atrai quem procura respostas, não emoções. “Não viemos aqui por adrenalina. Preciso de saber o que aconteceu à minha irmã neste prédio.”
- Mistério: perseguição no nevoeiro, sem se saber ao certo quem persegue quem. “Ouço passos atrás de mim há cinco minutos. Fica aqui comigo, vamos ver quem é.”
- Mistério (para dois): uma testemunha esconde claramente parte da verdade, mas só aceita falar com uma pessoa. “Vou contar, mas não tudo e não a todos. Só a ti, e só uma vez.”
- Terror: um som estranho vindo da cave repete-se sempre à mesma hora, todas as noites. “É a terceira noite seguida. E hoje vou lá abaixo esclarecer isto.”
- Mistério: um perito em antiguidades recebe um relógio antigo que parece andar ao contrário. “O relógio devia ter parado no século passado. Porque é que os ponteiros acabaram de mexer?”
- Mistério (para dois): duas testemunhas do mesmo incidente dão versões contraditórias. “Vimos a mesma coisa. Mas contamos de forma tão diferente que já duvido de mim próprio(a).”
- Terror: uma fotografia de um telemóvel alheio aparece por engano na galeria. “Esta foto mostra um sítio onde nunca estive. Mas foi tirada com o meu telemóvel ontem à noite.”
- Terror: a casa ao lado está vazia há um ano, mas a luz da janela acende-se todas as noites. “O agente imobiliário diz que a casa foi vendida há seis meses. Então quem acende ali a luz todas as noites?”
- Mistério: um motorista de táxi larga o passageiro numa morada diferente da pedida. “Dei outra morada. Porque me trouxe precisamente para aqui?”
- Terror (para dois): dois desconhecidos recebem a mesma carta anónima com uma ameaça. “Eu também recebi uma carta assim. Não é coincidência, então. Alguém sabe de nós os dois.”
Drama
O tom aqui é mais direto: o centro é o preço de uma escolha e uma verdade que, mais cedo ou mais tarde, vem ao de cima.
- Drama: um regresso depois de uma longa separação obriga os dois a procurar as palavras de novo. “Nunca pensei que ia voltar a esta porta. Mas aqui estou.”
- Drama: um segredo está prestes a vir à tona, e alguém decide contar primeiro. “Preciso de te dizer uma coisa antes que a saibas por outra pessoa.”
- Drama: a escolha entre o dever e os sentimentos torna-se impossível de adiar. “Não posso escolher os dois ao mesmo tempo. E isso está a matar-me por dentro.”
- Drama: encontro por acaso com alguém que foi traído no passado. “Não esperava ver-te aqui. E não sei por onde começar o pedido de desculpa.”
- Drama (para dois): um conflito familiar por causa de uma decisão importante separa duas pessoas próximas. “Estás mesmo disposto(a) a escolher isto, sabendo que vai destruir a nossa família?”
- Drama: uma última conversa antes de uma partida definitiva estica-se mais do que o previsto. “O comboio parte daqui a uma hora. E ainda não disse o mais importante.”
- Drama: uma mentira que foi longe de mais exige finalmente uma confissão. “Menti-te não porque quisesse enganar-te. Foi porque tinha medo de te perder.”
- Drama: um amigo em crise liga a meio da noite sem saber a quem mais recorrer. “Desculpa a hora. Simplesmente não tinha mais ninguém com quem falar.”
- Drama: a confissão de um erro antigo foi adiada durante anos, e já não há mais tempo a ganhar. “Devia ter dito isto há muitos anos. Desculpa ter demorado tanto.”
- Drama (para dois): os pais anunciam o divórcio aos filhos durante um jantar de família. “Queríamos dizer isto juntos, à mesa, para que ninguém soubesse primeiro através de estranhos.”
- Drama: um médico comunica um diagnóstico que muda todos os planos de futuro. “Pensava que tínhamos anos para decidir tudo. Agora temos semanas.”
- Drama: um antigo sócio trai por interesse próprio. “Dez anos de sociedade, e escolheste o dinheiro em vez de mim. Pelo menos explica porquê.”
- Drama (para dois): um irmão ou irmã volta a casa depois de muito tempo sem dar sinais. “Não liguei durante três anos, não porque me esqueci de ti. Só tinha vergonha demais para voltar.”
- Drama: um filho adulto descobre a verdade sobre a própria origem numa carta antiga. “Esta carta estava guardada nas coisas da minha mãe. Parece que a minha vida inteira não foi bem como eu pensava.”
18+
Aqui a intensidade sobe, e no mybf.bot o chat 18+ funciona sem censura e sem restrições, o que significa que o tom pode ser tão direto quanto a cena pedir.
- 18+: uma noite imprevista transforma-se em algo maior do que qualquer um dos dois esperava. “Não pensei que isto fosse tão longe. E não me arrependo.”
- 18+ (para dois): uma tensão antiga entre amigos encontra finalmente uma saída depois de uma conversa franca. “Os dois sabíamos que isto ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Vamos parar de fingir que não?”
- 18+: uma festa privada termina, todos já saíram, e só sobram os dois entre copos meio cheios. “Parece que somos os últimos. Podemos fingir que também já fomos, ou ficar mais um bocado.”
- 18+: uma ligação secreta começa numa festa de trabalho, e ambos sabem que estão a arriscar. “Se alguém nos vir agora, vai dar que falar. E mesmo assim não me apetece parar.”
- 18+ (para dois): um ex-parceiro volta, e a atração revela-se mais forte do que os dois esperavam. “Achava que estava tudo acabado entre nós. Bastou entrares pela porta para perceber que estava enganado(a).”
- 18+: um corte de luz durante uma tempestade transforma um encontro casual num motivo para ficar juntos até de manhã. “Parece que a luz não volta tão cedo. Alguma ideia do que fazer no escuro?”
- 18+: um flirt com um copo de vinho vai mais longe do que as palavras, mais depressa do que os dois previam. “Vim aqui só para beber um copo. Mas contigo os planos mudam depressa.”
- 18+ (para dois): uma confissão mútua de atração finalmente sai depois de muita tensão por dizer. “Fiquei calado(a) sobre isto tempo demais. Chega.”
- 18+: um turno noturno a dois num escritório vazio deixa demasiado tempo para conversas fora do trabalho. “Faltam umas cinco horas até de manhã. Proponho passá-las sem ser a fazer relatórios.”
- 18+: uma proximidade repentina numa festa torna-se o início de algo que nenhum dos dois planeia explicar de manhã. “Não espero explicações da tua parte. Só me sinto bem aqui, contigo.”
- 18+ (para dois): um companheiro de compartimento no comboio noturno, e a conversa estica-se bem depois da meia-noite. “O revisor já dorme há muito. Temos o compartimento todo e a noite toda, se não te apetecer só ficar em silêncio.”
- 18+: um massagista e um cliente sentem uma tensão que ultrapassa os limites de uma sessão normal. “Normalmente a sessão acaba mesmo à hora certa. Hoje não tenho pressa nenhuma de a terminar.”
- 18+: velhos amigos apostam um beijo e não ficam por aí. “Apostámos um beijo, não o resto. Mas parece que nenhum de nós quer parar.”
- 18+ (para dois): um encontro casual numa estância de férias transforma-se em flirt aberto sem compromissos. “Daqui a uma semana estamos cada um num país diferente. Se calhar é exatamente por isso que vale a pena arriscar hoje.”
- 18+: um encontro secreto dentro do carro num parque de estacionamento vazio depois de um dia longo. “Podíamos simplesmente falar no carro. Mas ficar tão perto e em silêncio revelou-se mais difícil do que pensava.”
Para cenas 18+, o formato pesa tanto quanto o conteúdo: é mais fácil definir o tom e o ritmo logo na primeira fala do que ajustar a meio da cena. Há mais sobre isto no artigo «Interpretação de papéis 18+ com namorado de IA: cenários românticos».
Como transformar estes ganchos numa cena real
Qualquer uma das ideias acima serve como primeira fala e pode continuar como cena com outra pessoa ou com uma personagem de IA. No mybf.bot existe o formato Roleplay pensado exatamente para isto, contar a cena com ações e ambiente, o que faz a estrutura gancho, cenário e fala encaixar de forma natural. Escolhes uma personagem já pronta no catálogo ou escreves a tua própria cena, e depois a história continua conforme as tuas mensagens, em vez de ficar presa numa única fala.
Por exemplo, o Xavier, uma personagem calada e reservada, com uma tensão interior por baixo de um tom calmo, encaixa bem em ganchos lentos e dramáticos como a história do mestre misterioso ou o reencontro depois de uma separação.

Escolhe uma personagem pronta no catálogo para combinar de imediato com o estado de espírito da lista acima. Se preferires perceber primeiro o que vale a pena olhar antes de escolher uma personagem para um cenário, ajuda o artigo «10 funções do companheiro de IA romântico: como escolher». E se a ideia é moldar uma personagem à medida da cena, dá para fazer isso em criar um personagem próprio.
Conselho prático final
As melhores cenas quase sempre nascem no cruzamento de géneros: romance com um toque de mistério, fantasia com uma escolha dramática, dia a dia com uma reviravolta inesperada. Se um gancho não pegar ao fim de duas ou três falas, não abandones a cena, muda o ritmo ou junta um detalhe de um bloco vizinho. Escolhe agora duas ou três ideias que te chamaram mais a atenção e começa a cena ainda hoje. Para histórias mais lentas e sem pressa, vale a pena ler também «Namorado de IA romântico: cenários de flerte sem pressão».

